quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Interpretando as entrelinhas do Tenente João Dias da Costa

Não há muito o que escrever sobre esse militar, todavia catando aqui e acolá é possível especular.
Maria Gurgel Jordão (1641-?) foi casada com o Tenente João Dias da Costa, filho de Francisco Dias Frade e Theodozia da Costa.

A tese de doutorado de Jorge Victor de Araújo Souza, "Para além do claustro: Uma história social da inserção beneditina na América portuguesa, c. 1580 - c. 1690" (http://bit.ly/2xMUzt6), menciona que o Tenente João era o irmão mais velho do Frei Mauro de Assunção (originalmente batizado como Mauro Dias), e que o pai dos dois acima mencionado era português.
Além de citar que em 1665, o Tenente João ocupou os cargos de escrivão da Fazenda Real e da Gente da Guerra do Rio de Janeiro, portanto, possuía certo prestígio na sociedade daqueles tempos.

Isso reforça mais ainda o que outrora transcrevi do livro Nosso Século 1900/10, que as famílias faziam alianças matrimoniais com outras famílias quando não faziam casamentos consanguíneos.
Considerando, a estirpe dos Gurgel do Amaral ou Amaral Gurgel que já era considerada tradicional: Maria filha de Ângela do Amaral Gurgel (1616-1695) e do Capitão João Batista Jordão (1605-?) escolheu o melhor partido possível para ser seu marido.

A tese de mestrado de Antonio Filipe Pereira Caetano, "Entre a sombra e o sol - A revolta da cachaça, a freguesia de São Gonçalo de Amarante e a crise política fluminense (Rio de Janeiro, 1640-1667)" disponível nesse link (http://bit.ly/2ypdnD5), menciona que a residência desse militar ficava no fundo oriental da Baía de Guanabara, na rua dos pescadores, perto das casas de Francisco Pinto Ferreira e de Sebastião Pinto, que se casou com Madalena Sardinha, que a herdara de seu pai Manoel André Sardinha.

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