sábado, 18 de novembro de 2017

Pagando uma promessa lusitana

No dia 19/02/2015, dois desconhecidos (um luso-brasileiro e um português) entraram em contato comigo, pois acharam meu blog.
Eu os respondi apenas em 26/02/2015 que os ajudaria.
No entanto, meu 2015 foi bem conturbado (devido a viagens e TCC), e não pude os ajudar.
Em 27/09/2016 entraram novamente em contato comigo, e no mesmo dia os respondi. Todavia, ainda assim não os pude ajudar devido a mais um momento turbulento da minha vida, tornando a entrar em contato em 04/12/2016 (esse ano foi bem agitado pra mim devido as constantes viagens).
Até que em 14/10/2017 entraram em contato pela quarta vez (tudo indica que seria a última), chegaram até mesmo a propor me pagar (deduzi ser em euros ou reais, optei por recusar devido ao tempo de demora).

Até que em 06/11/2017 fui na Biblioteca Pública do Estado do Amazonas, porém descobri que precisaria fazer meu cadastro (e não estava portando um documento de identificação na ocasião).
De repente me lembrei da Biblioteca Municipal João Bosco Pantoja Evangelista (que era perto dali), na qual consultei o acervo e consegui algumas informações (transmitidas no mesmo dia pelo e-mail).
No dia seguinte (07/11/2017) retornei novamente na Biblioteca Pública do Estado do Amazonas para fazer o meu cadastro e enfim consultar o acervo.
Retornei para a Biblioteca Pública do Estado do Amazonas no dia seguinte (08/11/2017).

Minhas pesquisas (considerando os livros consultados) me direcionavam para a Biblioteca Particular da Associação Comercial do Amazonas (ACA), por esse motivo visitei a instituição no mesmo dia para pegar informações.
Decidi encerrar minhas pesquisas na Biblioteca Pública do Estado do Amazonas sobre tal assunto, já que não fazia sentido continuar pesquisando, porque todo o acervo disponível a ser pesquisado já havia sido consultado.

No dia 09/11/2017 fiz meu cadastro na Biblioteca da ACA e consultei o acervo. Li livros centenários nos quais achei a maior parte das informações. Enviei entre os dias 09/11 a 11/11 as informações que obtive em tais visitas  (incluindo algumas pouquíssimas que ainda estavam pendentes de visitas anteriores, pois eu tinha de digitar longos textos).
Pretendo retornar lá daqui uns meses, pois um livro estava sendo restaurado.

Cheguei a visitar a Biblioteca da Casa da Cultura, no entanto, não atendeu as minhas expectativas: o acervo visa atender o público dos ensinos fundamental e médio. Mas, tive direcionamentos que não imaginei serem possíveis para prosseguir com as minhas pesquisas.

* Arquivo Municipal (visitei, porém estava fechado);
* Biblioteca do Palácio Rio Branco (visitei, porém o acervo é predominante político, e não serve para a pesquisa que estava fazendo).
* IPHAN (visitei, espero por um retorno via e-mail para aprofundar um pouco mais a pesquisa).

Acho que ficaram curiosos com o que estive pesquisando: o Visconde de Nazareth, Bernardo António Antunes que teve uma filial da firma B. A. Antunes & Cia em Manaus (a matriz ficava em Belém do Pará). Tal empresa existiu no Complexo Booth Line de Manaus (hoje infelizmente em ruínas na área portuária da cidade devido a inércia do poder público municipal/estadual/federal).

Minhas pesquisas ainda não foram finalizadas. Julgo que estão bem encaminhadas e quase finalizadas, e com isso acho que já paguei metade dessa promessa lusitana.
Fiz um acordo em troca: pedi que pesquisassem meus ascendentes lusitanos. Eles residem em Portugal, então terão facilidades para consultar o que no momento não posso devido a enorme distância.

A firma do Barão de Nazareth no seu esplendor.
Fonte: blog Manaus de Antigamente