sábado, 25 de janeiro de 2014

Origem do sobrenome Nascimento

A origem do referido sobrenome é religiosa. Como assim? Já já irei explicar.
Antigamente recebia tal sobrenome quem nascia no dia 25 de dezembro (e acho que próximo da data), por ser tal dia pelo ponto de vista da Igreja Católica Apostólica Romana, considerado como o do nascimento de Jesus (ישוע em hebraico).
Portanto, várias pessoas foram batizadas com tal sobrenome por causa da religião cristã, e com o passar dos anos, muito provavelmente (em alguns casos) passou a ser passado de geração a geração como um sobrenome.
Os pais batizavam seus filhos com tal sobrenome como uma forma de conseguir a proteção divina de Jesus Cristo.
Logo, quem possui tal sobrenome pode vir a não ter nenhuma relação genealógica/sanguínea com outra pessoa que o tenha, já que famílias diferentes batizavam seus filhos na referida data.

Há ainda quem especule que seja o aportuguesamento do nome do extinto Ducado de Nassau. Vale lembrar que tal ducado foi governado pela Casa de Nassau, cujos descendentes atualmente governam o Reino da Holanda / Países Baixos (Nederland) e o Grão-Ducado do Luxemburgo (Groussherzogtum Lëtzebuerg). Lembrem-se que houve a imigração alemã (e de outros) povos ao longo dos séculos para o Brasil (especialmente no século XIX) ou ainda que ocorreu a Invasão Holandesa no Nordeste. 
De acordo com o portal da revista Mundo Estranho (http://abr.ai/2gokfd9), quem possuía tal sobrenome (Nassau) e vivia em terras ibéricas recebia o sobrenome Nascimento.
Há ainda uma interessante hipótese no Yahoo! Respostas (http://bit.ly/2zsEoDz), que comenta que não sendo possível retirar o nome da família de algo (cidade, rio, montanha, profissão, etc) davam o nome de Nascimento. Isso faz sentido para mim se considerado o caso das crianças orfãs, cuja ascendência era desconhecida, e que eram batizadas com nomes religiosos.
Tal sobrenome não possui brasão se considerado os livros Armorial Lusitano e Armeiro-Mór de Portugal, eu opto por me confiar em tais obras, a não ser que encontre evidências confiáveis que esse nome de família possui um brasão.

Jesus Cristo é o pai do cristianismo que consiste nas suas três principais divisões: o catolicismo, a ortodoxia e o protestantismo.
Conforme o Dicionário Online de Português, o termo nascimento é um substantivo feminino e significa: nascença; ação ou resultado de nascer, de vir ao mundo.
Jesus de Nazaré foi o Messias esperado do Antigo Testamento, e por ter sido aguardado o seu nascimento foi profetizado:
  • Nasceria de uma virgem e seria concebido pelo Espírito Santo;
  • Nasceria na cidade de Belém da Judéia, terra natal do Rei David (דוד);
  • Nasceria para que o seu povo fosse liberto (do pecado);
  • A Estrela de Belém anunciou o seu nascimento, e guiou três magos que o presentearam;
É notório que devido a tais profecias (e outras não mencionadas) que o nascimento de Cristo seja muitíssimo relevante para ser relembrado no batismo de crianças (com um nome) ao longo dos séculos (Idade Média e Moderna).









Texto baseado em pesquisas no site Origem do Sobrenome (http://bit.ly/2kVFqVs) + site Dicionário de Nomes Próprios (http://bit.ly/2zekgUE) + blog Brasão de Famíia (http://bit.ly/2kTrtaq) + pesquisas na enciclopédia colaborativa online Wikipédia.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Brasão de Armas e a Origem das Famílias Andrade / Andrada e Freire

A origem da família Andrade é toponímica, pois remontam ao antigo Reino de Galícia, para ser mais específico, vem da Vila de Andrade que fica entre:
  • O concello de Pontedeume da comarca do Eume, que por sua vez faz parte da província da Coruña, que pertence a Comunidade Autônoma Galicia;
  • O concello de Ferrol (ás vezes grafado como El Ferrol) da comarca de Ferrol, por sua sua vez faz parte da província da Coruña, que pertence a Comunidade Autônoma Galicia;
  • E também o distante concello de Vilalba da Comarca de Tierra Llana (Terra Chá em galego), que por sua vez faz parte da província de Lugo, que pertence a Comunidade Autônoma Galicia;
A antiga Vila de Andrade nos dias de hoje integra o concelho de Pontedeume e corresponde ao núcleo populacional da Igrexa de San Martiño de Andrade. As três vilas anteriormente descritas foram doação do Rey D. Enrique II de Castilla para Fernán Pérez de Andrade, descendente de Bermudo Peres de Traba Freire, que por sua vez descende dos condes de Traba e Trastamara. Fernán Pérez de Andrade recebeu tal doação por ter lutado contra o Rey D. Pedro I de Castilla (meio irmão de D. Enrique II).
Vale mencionar que o sobrenome Andrade possui a variante Andrada, até então contei apenas sobre os Andrade / Andrada, já já começo a relatar sobre a origem dos Freire.
Andrade parece ser uma palavra de origem celta, os genealogistas e historiadores especulam que o nome passou a ser utilizado para se referir a localidade de Vila de Andrade. A Galicia foi ocupada em momentos diferentes pelos celtas.

Freire é um sobrenome de origem religiosa, que vem do antigo substantivo freyre, que se referia a um cavaleiro de ordem militar, o qual tem alguns dos votos religiosos e reside em convento. Freyre veio do francês «frére», que significa irmão, que tem origem mais antiga ainda se considerado o genitivo fredarii da forma alatinada correspondente a fredario [documentado em 1009], proveniente de fredeiro [documentado em 907], que parece ser um derivado da língua gótica: fritha-harjis, de frithus, que significa paz, e harjus, cujo significado é exército (Antenor Nascentes, II, 118; Anuário Genealógico Latino, IV, 21).
O vocábulo Freire (antigamente grafado como Freyre), conforme comentado anteriormente possui origem religiosa e militar. E isso fica mais evidente, se considerado o fato de que no século XI foram fundadas associações religiosas de cavaleiros. Os membros eram chamados de fratrer, sendo frater no singular, tais vocábulos evoluíram no idioma português e galego para Freyre (plural) e Frei (o singular do termo).
Os primos D. Henrique de Borgonha e D. Raimundo de Borgonha lutaram contra os mouros, por isso foram recompensados com terras e com a mão das filhas do Rey D. Alfonso VI de León. D. Henrique foi casado com Dª. Teresa Alfónsez de León, filha bastarda de D. Alfonso VI, tendo recebido o Condado de Portucale como dote. Enquanto que D. Raimundo foi casado com Dª. Urraca de León, filha legítima de Alfonso VI, tendo recebido como dote o Condado de Galiza.
Junto com os primos da casa ducal da Bourgogne vieram cavaleiros, que por lá ficaram (Galícia) e que fizeram parte de ordem militares,"freires", que por sua vez acabou virando um sobrenome galego.
Logo, Freire deve ter surgido da alcunha de um cavaleiro professo e, portanto, a um freire (frade) de uma ordem militar, um Freyre Trempreiro (Frei Templário).
E reforçando tudo isso há a seguinte citação:

"Afonso I, rei de Portugal em 1065, forma na cidade de Évora, uma ordem de cavalaria com o nome Ordem dos Cavaleiros Freire de Évora' que tinha por objetivo combater os mouros. Esta ordem sofreu, posteriormente, uma unificação com a Ordem dos Cavaleiros de Calatrava, criada em 1158 na Espanha e introduzida em Portugal em 1166, que por sua vez, teve seus bens transferidos para a Ordem dos Cavaleiros de Avís que deu origem a uma das dinastias de reis de Portugal" (Enciclopédia Mirador Internacional, volume 9, página 4457).

As famílias Andrade e Freire se uniram tanto por laços matrimoniais que passaram a ser consideradas uma só. Tanto é que uns carregavam os sobrenomes Freire de Andrade, outros Andrade Freire, enquanto que outros um ou outro. Prova disso é que os brasões de armas das famílias são muitíssimo parecidos.
Tais famílias foram do antigo Reino de Galícia para o antigo Reino de Portugal diversas vezes. Sendo que os principais ramos portugueses vem de:
  • Rui Freire de Andrade (1295-1362), que foi para ternas lusa durante o reinado do Rey D. Pedro I de Castilla com dois filhos: D. Nuno Rodrigues Freire de Andrade [(1300-1372) mais tarde 6º mestre da Ordem de Cristo] e Vasco Freire;
  • Rodrigo Afonso de Andrade, que parece ter sido parente muito próximo de D. Nuno Rodrigues Freire de Andrade;
  • E Dª. Isabel Afonso de Andrade, filha do Conde de Andrade, D. Fernando;
João Rodrigues de Sá, senhor de Matosinhos fez a seguinte copla para tal família:
A banda que atravez fende / sobre esmeralda reluzente / com cabeças de serpente / Freires de Andrade comprehemde / De Galiza descendente / em que lá tenha logar / para se mais nomear / e nos Reinos de Castela / os que cá tem Bobadela / não serão para calar

E o Bispo de Malaca, D. João Ribeiro Gaio fez uma quintilha para a família Freire:
Nas de Galiza montanhas / tem os Freires solar / Monifroes se usavam chamar / vindo de França a Espanha / aos mouros guerrear
E também para a família Andrade:
Uns descendem de Avelar / conjunto com a macieira, / outros dizem que de ultra mar / vir a geração para / a Luzitania ajudar.

Texto baseado em pesquisas em dois artigos de Djanira Sá Almeida no site WebArtigos (http://bit.ly/2yu5EmX) e (http://bit.ly/2x07isI) + blog Brasão de Família (http://bit.ly/2gJXNrH) + site Usina de Soluções Tecnologia da Informação (http://bit.ly/2ieHiYa) + site Dr. Paulo Freire (http://bit.ly/2gfTmEk) + e dois artigos do site Genealogia Freire (http://bit.ly/2wYSbzV) e (http://bit.ly/2yNeNrT) + a enciclopédia colaborativo online Wikipédia.

Escudo d'Armas dos Andrade: de ouro, com banda abocada por duas cabeças de serpe de verde salpicadas de ouro, e acompanhada de duas caldeiras xadrezadas de vermelho e de prata, com arcos e asas serpentíferas de verde. Timbre: cabeça e pescoço da serpe de ouro, lampanada de vermelho.

O brasão dos Freire é similar ao dos Andrade, o que os difere são apenas alguns elementos. Enquanto que no dos Andrade, as serpes (dragão heráldico) são verdes, no dos Freire são de ouro. Enquanto que o campo dos Andrade é de ouro, o dos Freire é verde. E apenas o dos Andrade possui as duas caldeiras xadrezadas. É claro que não me esqueceria desse detalhe: consequentemente os timbres dos dois escudos são diferentes. Fiz a adaptação abaixo da imagem acima, espero que tenha ficado boa.


Escudo d'Armas dos Freires: de verde, com banda de vermelho, perfilada de ouro, abocada por duas cabeças de serpe do mesmo. Timbre: uma serpe de duas cabeças batalhantes, de ouro, sainte.
Fonte: Armorial Lusitano, pág. 58 e 228.

sábado, 11 de janeiro de 2014

A fuga dos Gurgel do Amaral para o Nordeste do Brasil e um pouco mais de genealogia

¡Jajaja! Começo descontraindo por meio de palavras a primeira publicação desse ano, por causa do clima de paz de um novo ciclo que iniciou. E também por tá fazendo uma retrospectiva atrasada de fatos (:P), sem contar que o assunto que escreverei a seguir não é nada leve...
O clã dos Gurgel do Amaral ou Amaral Gurgel já era considerado potentado e influente no Brasil Colonial do século XVII. Por causa de tal prestígio (e claro) outros fatores (não tão bons), alguns membros dessa família passaram a ser odiados.
Um deles foi o Dr. Cláudio Gurgel do Amaral (1654-1716) que contraiu a inimizade do Governador da Capitania Real do Rio de Janeiro, Francisco Xavier de Távora (já comentado anteriormente).
O filho do Dr. Cláudio, o Alferes José Gurgel do Amaral (1688-1722) foi muitíssimo ofendido por João Manoel de Melo no começo de abril de 1716. No Domingo de Ramos, o ofensor e os acompanhantes foram encontrados na Igreja de Campo Grande, por José e seus amigos, e dentro da igreja ocorreu um confronto (:O), isso mesmo que você leu! E dentro do templo católico ocorreu um sangrento confronto que resultou na morte de João Manoel.
Vale mencionar que João Manoel era um dos preferidos (e também partidário) do Governador Francisco Xavier de Távora, e acrescido dessa observação há ainda o fato de o crime ter ocorrido dentro de uma casa de Deus, portanto não ficaria impune, ainda que José fosse membro de rica e poderosa família, afinal de contas o homicídio aconteceu em local sacro...
O Governador Francisco ao tomar conhecimento dos fatos, declarou réus de morte: José e seus amigos, e o Dr. Cláudio que nada sabia, se tornou uma vítima inocente da tragédia...
O Dr. Cláudio descansava despreocupado numa de suas muitas propriedades, a Chácara do Oriente, (não mais existente nos dias de hoje na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro). Ele teve o seu descanso interrompido porque a sua propriedade fora vasculhada.
Ainda que tenha sido padre (ele tomou ordens quando enviuvou), foi espancado barbaramente, e não resistindo aos ferimentos, veio a falecer na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro no dia dezessete daquele mesmo mês...
Heitor Gurgel ainda comenta que na noite do dia 16 de abril de 1716 ás 11 da noite, Cláudio e o seu parente Padre Inácio Correa foram atacados (a tiros) de emboscada por um grupo de pessoas motivados pelas recompensas do Governador Francisco Távora.
Quanto a seu filho, José se tornou um foragido da lei, tendo sido acobertado por um de seus primos, o Coronel Francisco do Amaral Gurgel (1665-?), tão perseguido politicamente quanto o seu já falecido primo, o Doutor/Padre Cláudio (pai de José).
José foi capturado em um batismo na Vila Rica apenas dois anos depois de tais acontecimentos, tendo sido de lá levado para o Rio de Janeiro, para em seguida ser transferido para a Bahia, onde foi julgado e considerado culpado, tendo sido degolado num cadafalso no ano de 1722.
Tais acontecimentos acima descritos ocasionaram a fuga dos Amaral Gurgel/Gurgel do Amaral para o Nordeste, inclusive um artigo do RootsWeb Ancestry (http://bit.ly/2xGl8mR) reforça que há na memória familiar a lembrança de uma deserção.
Lembram quando escrevi isso?
"4.6.4. Maria Gurgel do Amaral (1694-?), foi casada com David Lopes de Barros (1681-?). Esse casal é considerado o tronco do ramo nordestino da família Gurgel do Amaral ou Amaral Gurgel."
Aldysio conta que Maria Gurgel do Amaral (1694-?) foi quem fugiu com a sua família para o Nordeste do Brasil.
Dando continuidade a tal linguagem, o casal David-Maria gerou apenas um filho:

4.6.4.1. João de Alencastro Lopes (Gurgel) se casou com Isabel de Jesus Bezerra, filha de Miguel Pontes e Adriana de Jesus Bezerra.
4.6.4.1.1. Antônia Bezerra Gurgel do Amaral (1733-?) foi casada em 1753 com Manoel Moreira de Souza.
4.6.4.1.1.1. Isabel Gurgel de Souza.

4.6.4.1.2. José Gurgel do Amaral (1735-?) se casou em 1768 com Cosma Nunes Nogueira II (1750-?), filha do Alferes Teodósio da Costa Nogueira e Cosma Nunes Nogueira I.
4.6.4.1.2.1. Venâncio Nogueira Gurgel do Amaral.
4.6.4.1.2.2. Isabel Nogueira Gurgel do Amaral (1775-?), faleceu criança.
4.6.4.1.2.3. Isabel de Jesus Nogueira Gurgel do Amaral (1777-?) foi casada em 1789 com José da Costa Lima, filho de Teobaldo da Costa Nogueira e Ana Teresa de Holanda.
4.6.4.1.2.4. Ana Isabel de Jesus Nogueira Gurgel do Amaral (1780-?) foi casada em 1800 com José Antônio da Costa, filho de Antônio da Costa e Isabel Lopes Barreira.
4.6.4.1.2.5. Matilde Francisca Nogueira Gurgel do Amaral (1782-?) foi casada com o Capitão-Mór João Paulo Barbosa (1767-?), filho de Francisco Xavier Barbosa (1745-?) e Lourença Maria de Jesus Monte Câmara.
4.6.4.1.2.6. José Gurgel do Amaral Filho (1784-?), se casou em primeiras núpcias com Quitéria Ferreira de Barros (1787-?), filha de José de Barros Ferreira Neto e Caetana Maria Micaela de Carvalho (1748-?). E em segundas núpcias com Maria Joaquina de Moura Ferreira (filha de Antônio Ferreira de Moura e Maria Joaquina), prima da sua primeira esposa (ainda não em que grau).
4.6.4.1.2.7. Helena Nunes Nogueira Gurgel (1790-?) foi casada com Teodósio da Costa Nogueira, irmão de José da Costa Lima (acima citado).

4.6.4.1.3. Inácia Maria Bezerra Gurgel do Amaral (1737-?) foi casada em 1751 com Januário Ferreira da Costa, irmão de Cosma Nunes Nogueira I (acima citada).
4.6.4.1.3.1. Feliciana Amaral da Costa (1761-?).
4.6.4.1.3.2. Alexandre Amaral da Costa (1765-?).

4.6.4.1.4. Maria Inácia Bezerra Gurgel do Amaral foi casada em 1755 com Francisco Xavier de Souza, irmão de Cosma Nunes Nogueira I (acima citada).
4.6.4.1.4.1. Joana Gurgel de Souza.
4.6.4.1.4.2. Maria Gurgel de Souza.

Os genealogistas acreditam que David Lopes de Barros tenha sido um nome disfarçado, tendo em vista o contexto histórico em que a família Gurgel do Amaral/Amaral Gurgel estava envolvida.
Concordo com tal hipótese, sendo tal família tão importante a linhagem estaria bem documentada. Vale mencionar que, apenas na geração dos netos do casal David-Maria, os sobrenomes Gurgel e Amaral foram "ressuscitados".
Considerando o comentário do RootsWeb "TODAS as irmãs de José se casaram com parentes próximos (tio, primo, irmão) de Cosma, sua futura esposa."
E utilizando o critério de eliminação pela lógica:
* Januário Ferreira da Costa era irmão de Cosma Nunes Nogueira II, mulher de José Gurgel do Amaral.
* Francisco Xavier de Souza era tio (paterno) de Cosma Nunes Nogueira II, mulher de José Gurgel do Amaral. Inclusive Aldysio comenta em sua obra nas entrelinhas que "era tio de Januário Ferreira da Costa". Considerando a combinação de sobrenomes, se supõe que o era por via paterna.
 Restando apenas:
* Manoel Moreira de Souza que deve ter sido primo de Cosma Nunes Nogueira II, mulher de José Gurgel do Amaral.
E há ainda José Antônio da Costa, filho de Antônio da Costa que muito provavelmente pertence a mesma família, considerando que possui o mesmo sobrenome.
Ainda pretendo esclarecer melhor tais lacunas genealógicas, pois ainda ficaram dúvidas pessoais.

Baseado em pesquisas e na obra de Aldysio Gurgel do Amaral, autor de Na Trilha do Passado - Genealogia da Família Gurgel.